Operação Cavalo de Tróia - Vol. 1 - Jerusalém - J. J. Benitez Baseando-se em informações confidenciais, o prestigiado autor deste best-seller internacional revela dados novos e surpreendentes sobre a figura e a obra de Jesus de Nazaré. Tudo começa quando um militar e cientista norte-americano confiam ao autor deste livro uma série de documentos que comprovam uma experiência prodigiosa: uma viagem no tempo permitiu ao protagonista presenciar, há quase dois mil anos, os últimos dias de Jesus Cristo na Terra, desde a sua entrada em Jerusalém, até à sua prisão, julgamento, crucificação e ressurreição. Esta misteriosa e inacreditável experiência, batizada pela NASA como Operação Cavalo de Tróia teria sido realizada em Israel, no mais completo segredo e envolvendo sofisticada tecnologia de vanguarda. Trata-se de um relato objetivo e rigoroso, que impressiona, desde logo, pelos detalhes minuciosos dos acontecimentos desses dias, que tiveram uma importância decisiva na evolução da História da Humanidade. Operação Cavalo de Tróia é, assim, um livro onde se entrecruzam o passado e o presente, como se Já não existissem - ou, afinal, nunca tivessem existido - fronteiras entre a ficção e a realidade.
J. J. BENÍTEZ é um dos mais populares escritores espanhóis da atualidade. Nascido em Navarra, há trinta e oito anos, foi jornalista antes de se dedicar à literatura. A sua primeira obra, Existió otra Humanidad, foi editada em 1975, seguindo-se, entre mais de duas dezenas de best-sellers internacionais, OVNIS: S.O.S. a La Humanidad (com mais de 80 mil exemplares vendidos), El Enviado (mais de 100 mil exemplares), Los astronautas de Yavé (mais de 30 mil exemplares) e El misterio de la Virgen de Guadalupe (mais de 50 mil exemplares). Com Operação Cavalo de Tróia - que, só na Espanha, conta Já com mais de 300 mil exemplares vendidos -, J. J. Benítez aventura-se abertamente no sugestivo universo dos livros-testemunho centrados em fatos que têm permanecido ocultos ou esquecidos.
Peter Dennis Blandford Townshend (Chiswick, Londres, 19 de maio
de 1945) é um guitarrista, cantor, compositor e escritor britânico, mais
conhecido por seu trabalho com a banda de rock The Who. Sua carreira com o
conjunto se estende por mais de quarenta anos, durante os quais ele progrediu
para ser considerado uma dos mais influentes das décadas de 1960 e
1970. Townshend é o principal compositor do Who, tendo escrito mais de
cem canções espalhadas pelos onze álbuns de estúdio do grupo, incluindo
trabalhos conceituais e óperas rock como Tommy e Quadrophenia. Embora
reconhecido primeiramente como guitarrista, é também cantor e
multi - instrumentista, tendo gravado com instrumentos como banjo, acordeão,
sintetizador, piano, teclado, baixo e bateria, tanto em seus projetos solo e
trabalhos do Who quanto em participações em álbuns de outros
artistas. Townshend também foi colaborador de diversos jornais e revistas,
tendo escrito resenhas, artigos e roteiros, trabalhando também como letrista e
compositor para diversos grupos musicais. Foi listado na 3ª colocação da lista
de "Melhores Guitarristas" do livro The New Book of Rock Lists de Dave Marsh, em
10° na lista de "50 Melhores Guitarristas" da Gibson.com e em 10° na lista de
"100 Melhores Guitarristas de Todos os Tempos" da Rolling Stone.
Biografia.
Nascido em uma família musical (seu pai Cliff foi saxofonista
profissional e sua mãe Betty uma cantora), Townshend demonstrou desde cedo
fascinação pela música. Ainda criança foi exposto ao rock and roll americano,
ganhando de sua avó aos 12 anos seu primeiro violão.
Carreira Musical.
Em 1961 Townshend matriculou-se na Ealing Art School e, um ano
depois, ele e John Entwistle, um antigo colega da Acton County Grammar School,
fundaram sua primeira banda, The Confederates, um dueto de Dixieland
apresentando Townshend no banjo e Entwistle no trompete. A partir daí eles
passaram por outros grupos, finalmente entrando para o The Detours, uma banda de
skiffle encabeçada pelo metalúrgico Roger Daltrey que, sob a liderança de
Townshend, transformaria-se mais tarde no The Who. Pouco tempo depois eles foram
atraídos pelo publicitário mod Peter Meaden, que os convenceu a mudar seu nome
para The High Numbers e assumir um estilo mod. Depois de lançar um compacto
simples ("Zoot Suit"), eles assinaram contrato com dois novos empresários, Chris
Stamp e Kit Lambert. Era o início da carreira do The Who.
Depois de alguns meses o The High Numbers voltou a se chamar The
Who. Os primeiros compactos simples que Townshend compôs para a banda, como "I
Can't Explain", "Substitute" e "My Generation", combinavam um senso lírico
irônico e psicologicamente astuto com uma música impactante, às vezes crua, uma
mistura que se tornaria a marca registrada da banda. Durante os primórdios do
The Who, Townshend se tornou conhecido por seu estilo excêntrico no palco,
frequentemente interrompendo os shows para dar longas explicações sobre as
músicas, girando seu braço direito contra as cordas da guitarra e às vezes
destruindo completamente seu instrumento. Embora a primeira guitarra tenha sido
quebrada por acidente, a destruição no palco se tornaria uma rotina nas
apresentações da banda. Townshend, sempre volúvel em suas entrevistas,
relacionaria mais tarde essa rotina com as teorias do pintor austríaco Gustav
Metzeger sobre a arte auto - destrutiva, as quais ele foi exposto na escola de
arte. O The Who ainda continua a se apresentar, apesar da morte de
dois de seus integrantes originais. Eles são considerados por muitos críticos de
rock como uma das melhores bandas do final dos anos 60 e começo dos 70,
resultado de uma combinação única de volume no talo, carisma, uma ampla
variedade de ritmos e um som altamente energético que se alternava entre acordes
estritamente necessários e improvisos generosos. Townshend se destacou como compositor principal do grupo,
contribuindo com mais de 100 canções espalhadas entre os 10 álbuns de estúdio da
banda. Entre seus trabalhos mais conhecidos está a criação de Tommy, para o qual
o termo "ópera rock" foi criado, além da inovação no uso de feedback e a
introdução do sintetizador como um instrumento de rock. Townshend revisitou a
técnica de contar histórias em álbuns várias vezes durante sua carreira, e
permanece como o músico mais associado ao formato de ópera-rock. Townshend
também demonstrou um talento prodigioso na guitarra, sendo de importância
primordial no desenvolvimento de um estilo único que combinava aspectos de
guitarra rítmica e base numa mistura característica de abandono e
sutileza. Townshend foi casado com Karen Astley de 1968 a 1994. Eles
tiveram três filhos, Emma (nascida em 1969), Aminta (nascida em 1971) e Joseph
(nascido em 1989). Embora separado, o casal se divorciou oficialmente apenas em
2009. Pete vive atualmente em Richmond, Inglaterra, com a cantora e pianista
Rachel Fuller.
Influências.
Entre as maiores influências de Townshend na guitarra estão Link
Wray, John Lee Hooker e Hank Marvin do The Shadows. No final dos anos 70 ele
teve a chance de tocar com seu herói Hank Marvin durante as sessões da Rockestra
de Paul McCartney, juntamente com outros respeitáveis músicos como David
Gilmour, John Bonham e Ronnie Lane.
Religião.
No final dos anos 60, Townshend tornou-se seguidor do místico
indiano Meher Baba, que fundia em sua fé elementos do misticismo budista e sufi
com cristianismo tradicional. Os ensinamentos de Baba foram a fonte primordial
de inspiração de muitos de seus trabalhos, incluindo Tommy e o cancelado projeto
Lifehouse. A canção "Baba O'Riley", composta para Lifehouse e posteriormente
lançada em Who's Next, foi nomeada a partir de Meher Baba e do compositor
minimalista Terry Riley. Embora os ensinamentos de Baba exijam abstinência de
álcool e drogas, Townshend se envolveu em vários escândalos devido ao abuso
dessas substâncias.
Perda de Audição.
Townshend sofre de surdez parcial como resultado da
exposição frequente à música em volume alto através de fones de ouvido no
estúdio e dos amplificadores em concertos. Em 1989, ele contribuiu para a
fundação da H.E.A.R. (Hearing Education and Awareness for Rockers), organização
sem fins lucrativos que atua na divulgação e prevenção de problemas auditivos
entre músicos.
Carreira Solo.
Além de seu trabalho com o Who, Townshend têm gravado
esporadicamente como artista solo. Entre 1969 e 1971 ele, juntamente com outros
seguidores de Meher Baba, gravou um trio de álbuns obscuros dedicados aos
ensinamentos do guru - I Am, Happy Birthday e With Love. Em resposta à ampla
pirataria, ele compilou os melhores momentos desses três (e "Evolution", uma
colaboração com Ronnie Lane), e lançou seu primeiro álbum solo, Who Came First,
de 1972. Who Came First obteve sucesso moderado e trazia demos de canções do
Who, além de demonstrações de seu talento ao violão. Pete voltaria a colaborar
com Ronnie Lane, baixista do The Faces e também devoto de Meher Baba, em um
álbum em dueto (Rough Mix, de 1977). O maior sucesso solo de Townshend,
entretanto, veio após a morte do baterista Keith Moon em 1978, com Empty Glass
(lançado em 1980). A seguir veio All The Best Cowboys Have Chinese Eyes (1982).
Durante o restante dos anos 80 e princípio dos 90, Townshend voltaria aos
experimentalismos com a ópera - rock e formatos similares, lançando alguns álbuns
baseados em histórias como White City: A Novel (1985), The Iron Man: A Musical
(1989) e Psychoderelict (1993). Ele gravou também diversos álbuns ao vivo,
incluindo um com o supergrupo Deep End, que apresentou apenas três concertos e
um show de TV para angariar fundos para uma organização de caridade de apoio a
viciados.
Trabalho Literário.
Embora mais conhecido por sua carreira musical, Pete Townshend
se envolveu ostensivamente com o mundo literário, escrevendo artigos em jornais
e revistas, resenhas de livros, ensaios e roteiros. Em 1977 ele fundou a Eel Pie Publishing, editora especializada
em títulos infantis e musicais, além de publicações relacionadas a Meher Baba. O
primeiro lançamento foi The Story of Tommy, livro escrito por Townshend em
parceria com seu antigo colega de escola de arte Richard Barnes. Tratava da
composição da ópera - rock de 1969 e a realização do filme de 1975 dirigido por
Ken Russell. Em 1984, Townshend publicou uma antologia de contos chamada
Horse's Neck (13 no Brasil). Em 1993, ele e Des MacAnuff escreveram e dirigiram
uma adaptação para a Broadway do álbum Tommy, assim como uma fracassada versão
em musical de The Iron Man, baseada no livro de Ted Hughes. Atualmente ele se
dedica a completar sua autobiografia.
Retorno ao Who.
Desde o final dos anos 80, Townshend vem participando de uma
série de concertos e turnês de reunião e despedida com o The Who, incluindo uma
turnê em 2002 realizada logo após a morte do baixista Entwistle. Em setembro de 2005, Townshend deu início a um blog para a
divulgação em capítulos de um romance semi - autobiográfico intitulado The Boy Who
Heard Music, declarando que a história serviria de pano de fundo ao primeiro
álbum de inéditas do Who desde 1982. Em meados de dezembro de 2005, Bill
Curbshley, empresário da banda, anunciou para 2006 a última turnê em larga
escala do grupo, com datas pela Europa, América do Norte, Japão, Austrália e
América do Sul. Em outubro de 2006, Endless Wire foi lançado.
Problemas com a Lei.
Como
parte das investigações da "Operation Ore", Townshend foi
acautelado pela polícia britânica em 2003 após usar um cartão de crédito
para
acessar o website Landslide, que supostamente divulgava pornografia
infantil. Ele afirmou à imprensa e em seu site que estava engajado em
uma pesquisa para A
Different Bomb (o projeto de um livro atualmente abandonado, baseado em
um
ensaio antipornografia infantil publicado em seu site em janeiro de
2002), para
sua autobiografia e como parte de uma campanha contra a pornografia
infantil. A
polícia realizou buscas em sua casa e confiscou 14 computadores e outros
objetos, e após quatro meses de análises as investigações confirmaram
não haver
evidências de imagens de abuso infantil entre o material apreendido.
Consequentemente, a polícia ofereceu o acautelamento, ao invés de entrar
com
ações legais, divulgando a seguinte declaração: "Depois de quatro meses
de
investigação pelos departamentos do grupo de proteção infantil da
Scotland Yard,
foi concluído que o Sr. Townshend não estava de posse de qualquer tipo
de
imagens de abuso infantil." Em uma declaração divulgada por seu
porta-voz,
Townshend disse, "Eu aceito que errei ao acessar esse site, e, ao
fazê-lo,
transgredi a lei, e eu aceitei o acautelamento que me foi dado pela
polícia."
Como consequência legal por ter aceito o acautelamento, Townshend foi
incluído
na lista de "Violent and Sex Offender Register" por cinco anos.
Normalmente
isso seria para impedir viagens para fora do país, mas no caso de
Townshend as
restrições foram diminuídas, permitindo suas várias apresentações com o
The Who
desde o recebimento do acautelamento. Um investigador, em pesquisas posteriores, afirmou que Townshend
foi "falsamente acusado".10 Após obter cópias dos discos rígidos do site que
originou a acusação e traçar as ações de Townshend, o jornalista investigativo
Duncan Campbell escreveu na revista PC Pro, "Sob pressão da mídia em seu
encalço, Townshend parece ter confessado algo que ele não fez". Campbell afirma
que a única evidência contra Townshend é que ele acessou apenas um site entre os
diversos oferecidos pela Landslide, e que este não era ligado à pornografia
infantil. Texto:Wikipédia.Site Oficial.
Por Trás de Olhos Azuis
Ninguém sabe como é ser o homem mau
Ser o homem triste, por trás de olhos azuis
Ninguém sabe como é ser odiado
Ser condenado, contar apenas mentiras
Mas meus sonhos não são tão vazios
Quanto minha consciência parece ser
Eu tenho horas só de solidão
Meu amor é vingança, que nunca é livre
Ninguém sabe como é sentir esses sentimentos
Como eu sinto, e eu culpo você
Ninguém morde tão forte de volta na sua própria raiva
Nada da minha dor ou desgraça pode aparecer
Mas meus sonhos não são tão vazios
Quanto minha consciência parece ser
Eu tenho horas só de solidão
meu amor é vingança que nunca é livre
Quando o meu punho se fechar, abra-o a força
Antes que eu o use e perca a calma
Quando eu sorrir, conte-me más notícias
Antes que eu ria e aja como um tolo
E se eu engolir algo ruim
Coloque seu dedo na minha garganta
E se eu tremer, por favor, dê-me seu cobertor
Mantenha-me aquecido, deixe-me vestir seu casaco